sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

PROSPERDIDADE: PROMESSA PARA OS VERDADEIROS ADORADORES


Texto: Ex. 34:10.
Introdução
Testemunho de vida
O texto é visto como uma promessa implica dizer que faz parte da aliança de Deus com o seu povo.
 Hoje é dia de concerto.
Dt. 10:12,13
A prosperidade é operacionalizada através de princípios de obediência. No texto o Senhor pede; não impõe. Os verbos indicam ação imposta ao sujeito.
  • ·        Temor - O temor do Senhor é princípio da sabedoria
  • ·        Andes – (andar) Andar no caminho do Senhor, implica dizer que a Carta Magna do Crente espiritual é a Bíblia. É andar segundo seus ensinamentos, não se desviando nem para a direita e nem para esquerda.
  • ·        Ames – (amar) o verbo amar é uma condicional. Quando amo desejo estar perto, conhecer, congregar, celebrar, sentir alegria de ir á casa do Senhor, envolver-se com a sua obra, ler a palavra, ir aos cultos. Só posso amar alguém que determino conhecer, ter relacionamento, criar vínculo para alimentar essa amizade. O amor ao Senhor não deve ser visto pelo crente como um sentimento, mas como uma decisão. Decido amar mesmo diante das circunstâncias, pois se for um sentimento, não suportaremos as adversidades,  e qualquer adversidade nos tirará do alvo. Pois a Bíblia diz que no mundo teremos aflição, mas devemos ter bom ânimo, pois Ele venceu o mundo.
  • ·        Sirvas – (servir) Somos mordomos de Cristo. Tudo que temos foi Deus que nos deu: saúde, emprego, o dia da provação, até mesmo para avaliar nosso nível de fé (Jó). Zelar por sua casa, pela vida do pastor, PIS ele é o anjo do Senhor na igreja.
·        “O zelo da tua casa me constrange..”



·        Se fizermos tudo isso será fácil seguir Dt. 10:13
  • ·        Guardar – Os mandamentos do Senhor. Se o homem decidir obedecer a Deus ele experimentará aquilo que lhe foi prometido
·        Josué 1:8 diz: Ele nos faz prosperar.
·        Sl 1:1-3.
Wildete Santos
Brasilia DF – 24/01/2010.


Apóstolo Paulo Jorge


CONGRESSO APOSTÓLICO - DF

 
 

A SATISFAÇÃO DO PECADO


quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Tome Nota...

Pr. Paulo e Família estarão retornando das férias dia 31/01/10.
 
Não esqueça de ORAR por seus pastores!

UM ENCONTRO QUE TORNA O IMPOSSIVEL EM POSSIVEL

UM ENCONTRO QUE TORNA POSSÍVEL O IMPOSSÍVEL
2 Rs 6.1-7

INTRODUÇÃO:

A história dos discípulos dos profetas também nos mostra como é a situação de toda a humanidade. Por meio dela Deus quer mostrar: o que é impossível para nós homens pode tornar-se possível por meio de Jesus Cristo. A este respeito seguem três pensamentos.

1. A vida – uma construção inacabada?
• Toda pessoa constrói a casa de sua vida.
• O homem está à procura de um lugar onde se sinta bem, onde haja proteção, mas ele acaba encontrando seus limites.
• O homem edifica, trabalha, procura – mas mesmo assim não atinge o seu alvo ou objetivo.
• O grande erro do homem, é que Jesus Cristo, que morreu na cruz, não é a essência de sua vida!
• Acontece com muitos o mesmo que aconteceu com o discípulo do profeta Elizeu: “Aconteceu que o ferro do machado de um deles escorregou do cabo e caiu na água...” (2 Rs 6.5).
• No fim do dia sobra apenas o cabo, um resto do que produziu – mas a própria vida se perdeu. “As nações labutam para o fogo e os povos se fatigam em vão” (Hc 2.13).
• Ilustração: O amigo do homem incrédulo “Segura firme! Segura firme!” e a resposta foi: “Mas, segurar em quê”?
• Na entrada de um cemitério está escrito: “Nós éramos o que você é; você será o que nós somos”.
• Diante de tanto investimento de tempo em coisas que não trazem refrigério para a alma, se percebe o quanto se negligencia o Senhor da glória.

2. O peso do pecado.
• Alguém disse: “Você nunca sentiu o terrível peso do pecado”.
• Ser liberto do pecado não é reprimi-lo, pois o que está preso a um procedimento pecaminoso sempre é levado a repeti-lo.
• Na cruz do calvário vemos a grande seriedade do pecado “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mt. 27.46).
• Alguns falam de grandes pecados e pequenos pecados. O pecado nos arrasta para o fundo, para longe de Deus.
• Certa vez Jesus falou a um religioso “... as suas obras eram más” (Jo. 3.19) e, “Tudo o que não provém de fé é pecado” (Rm 14.23b).
• O pecado fecha o Reino de Deus para nós (1 Ts 4. 3-6).
• O homem vive nestas práticas porque está morto (Ef. 2.1).
• “... porque por esta coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência (Ef 5.6). Sem Jesus Cristo estamos irremediavelmente perdidos!

3. O que devemos fazer?
Do mesmo modo que é impossível um machado flutuar, é impossível que um pecador vá para o céu pelos seus próprios esforços.
O clamor daquele discípulo saiu de seu íntimo “O que faço agora! (2 Rs 6.5a)
• Ele ouve o nosso clamor (2 Rs 6.5-6).
1 – O Senhor ouviu o clamor de cada pessoa e realizou uma obra de salvação que torna possível o impossível.
2 – O madeiro do calvário é a resposta de Deus ao nosso clamor (At. 2.21).
• Jesus se interessa por cada um pessoalmente.
1 – Elizeu perguntou-lhe: “Onde Caiu?” (2 Rs 5.6).
2 – Ele procura os caídos.
3 – Venha a Jesus Cristo e mostre-lhe as áreas que precisam de salvação e libertação.
• Você reconhecerá o que Ele fez por você.
1 – Elizeu cortou um pedaço de pau e lançou na água para fazer flutuar o ferro do machado (2 Rs 6.6b).
2 – Jesus como cordeiro de Deus (1 Pd 1.19), se lançou na perdição em nosso lugar para nos trazer de volta.
3 – Na cruz um assassino e malfeitor mergulhado em seus pecados foi levantado numa nova vida (Lc.23.43) e conduzido ao paraíso.
4 – Saulo cego pela luz de Cristo disse-lhe: “Senhor que queres que eu te faça?” (Atos 9.6).

AP. Paulo Jorge A.T. da Silva
Caxias-MA.




PRINCIPIOS QUE REGEM A CONSOLIDAÇÃO


ESTUDO

Princípios que Regem a Consolidação

“Assim que, os que receberam a palavra foram batizados, havendo um acréscimo naquele dia de quase três mil pessoas” Atos 2.41.
Introdução:
O texto supracitado nos revela o segredo de consolidação da Igreja Primitiva, como administraram o crescimento e mantiveram a multidão dos discípulos saudável espiritualmente, vejamos estes princípios:
1.Verificara Entrega (Atos 2.41).
Como a Igreja Primitiva pode contabilizar toda aquela multidão? Com certeza houve um trabalho de consolidação junto aos novos discípulos. Os apóstolos permaneciam atentos a que cada um dos três mil que se converteram depois do discurso de Pedro, passasse por todos os passos que confirmariam seus nomes como parte do corpo de Cristo.
Na verificação, das almas são arrancadas de Satanás, ainda que ele sempre intente de muitas formas roubar a semente da palavra de Deus que foi plantada no coração. Uma dessas formas, é dificultando o entendimento; por outra parte, as pessoas lutam contra si mesmas, contra o orgulho, o que dirão à família, etc. E o trabalho do consolidador, neste caso, é levar cada novo crente a entender o que começou a acontecer em sua vida. Esta parte é cumprida levando o novo crente a uma sala à parte, depois de ter feito a oração de confissão (confessando publicamente que recebeu a Cristo como Senhor e Salvador). Nesta sala pergunta-se a cada um se entendeu porque agora Jesus está em seu coração, faz-se uma ilustração do significado de sua decisão, e é convidado a reconfirmá-la.
2. Doutrinar o Novo Crente (Atos 2.42).
O doutrinamento do novo crente é um trabalho que requer cuidado, e deve ser realizado de maneira rápida, quase instantaneamente. Assim como o bebê recém-nascido não pode esperar oito dias para ser alimentado, o bebê espiritual requer alimento imediato. Nossa sugestão é fazer esse trabalho antes de quarenta e oito horas após a entrega, com o objetivo de obter um fruto que definido desse processo de doutrinamento. Quando doutrinamos buscamos a mudança na vida de cada pessoa, estamos formando líderes, fazendo homens novos. Há um texto que resume o trabalho de doutrinamento que os apóstolos fizeram e o sucesso que tiveram (Atos 14.21-23). Isto deve motivar-nos a fazer o mesmo trabalho; os resultados são extraordinários e é de grande satisfação ver o novo convertido em um pilar no desenvolvimento da visão da igreja.
3. Companheirismo (Atos 2.42).
Deus nos criou como seres sociais esse alegra quando há comunhão entre uns e outros. As pessoas que Vêm do mundo secular, onde possivelmente sustentaram todo tipo de relacionamento com indivíduos não cristãos, ao experimentarem a transição para um novo estilo de vida com Cristo, necessitam relacionar-se com aqueles que tenham um nível mais alto para que as ajudem a crescer, e isto se consegue durante os tempos de companheirismo.
O companheirismo também requer perseverança; devemos colocar-nos à disposição para que o objetivo de comunhão seja alcançado. Muitos, quando iniciam a vida cristã, tendem a ilhar-se do grupo para orar, ler a Bíblia e consagrar-se em casa, e se descuidam da importância da comunhão com os outros irmãos. Existem crentes que já não se reúnem na igreja, porém ficam em casa recebendo a mensagem pelo rádio ou televisão, porém faz com que percam a benção da comunhão. Os programas são valiosos para a edificação do crente, porém nunca conseguem substituir a koinonia (comunhão) uns com os outros.
“Oh, Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos! Ali, ordena o Senhor a sua benção e ávida para sempre” (Sl 133.1,3b).

4. Velar pela Santidade.
A tendência é pensar exclusivamente na idéia de compartilhar o alimento material, porém o texto vai, além disso; trata-se também de algo espiritual, no que se requer um estado de consciência íntegra para poder participar deste pão. Nesse momento, os apóstolos e os discípulos compartilhavam a Ceia do Senhor, porém esta experiência implicava em levar uma vida de santidade.
Com respeito a compartilhar a Ceia do Senhor, o apóstolo Paulo dá instruções precisas sobre o estado em que deve encontrar-se cada pessoa que vai participar nesta importante celebração. Paulo disse que cada um deve examinar-se e concluir se é digno ou não de fazer parte da mesa do Senhor. Se a consciência o acusa, porque há pecado oculto, é melhor que a pessoa se abstenha de participar, porque do contrário, estaria comendo juízo para si (1 Co 11.29). Porém, se o exame traz um equilíbrio de paz porque tem mantido sua vida em santidade, então pode participar da mesa do Senhor em bênção para o crente.
5. Perseverar em Oração (Atos 2.42).
O doutor Joe Jhons comenta que só se pode orar em comum com aqueles que têm a mesma fé e o mesmo amor. Os discípulos sempre foram vistos pelas pessoas como homens de oração, e isto faziam com que os novos crentes assumissem o mesmo hábito. No processo de Consolidação, a oração é que move a mão de Deus a favor das pessoas; é a chave para liberar o poder de Espírito Santo em cada vida e trazer o crescimento à igreja. Tudo se consegue perseverando em oração; o que desejamos no plano natural, deve ser conquistado primeiro no plano espiritual, por meio da oração. Cada célula precisa ter sua agenda de oração e assim, toda a igreja.

Conclusão.
Com a aplicação destes princípios, “... acrescenta-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (Atos 2.47b). Líderes e discípulos, submetamo-nos à estes princípios e veremos o Senhor trazendo a igreja uma grande unção de conquista!