domingo, 18 de setembro de 2011

REDE DE JOVENS COMEMORA ANIVERSÁRIO DO DISCÍPULO ANDERSON AMARAL

DIA 16 DE SETEMBRO A REDE DE JOVENS DA IBPAZ CENTAL REALIZOU UMA VIGILIA DAS 20 às 22h.
Logo após a Vigilia, todos seguiram para a residencia da SrªZilda para comemorarem o aniversário de Anderson Amaral um dos discipulos da Rede de Jovens.
Foi um momento prazeroso, onde foi ministrado a Palavra a todos que ali estavam e em seguida foi servido um delicioso churrasco.
Parabéns ao amado irmão por mais esse ano de vida.


prato 1: ovos de codorna, azeitonas,palmito e salaminho regado com oregano
  


prato 2: Feijão tropeiro a moda mineira


prato 3: Vinagrete



Renan não podia deixar passar essa boca livre.


enquanto o churrasco não saia os jovens se divertiam com jogos.


Além dos jogos, alguns aproveitaram pra ouvir musicas.


Anderson todo feliz já vestido no presente que ganhou de sua tia Zilda.

Tony se encarregou do churrasco. Tava uma delicia!!!



linguiça toscana


bisteca bovina


asinhas e coração de frango.


Mauricio tava muito apressado pra começar logo a hora de servir a bóia. Toda hora fazia uma visita na churrasqueira.


Tia Zilda ficou muito feliz pela demonstração de carinho dos jovens da igreja ao seu sobrinho e agradeceu a presença de todos. Uma simpatia.



Antes de ser servido o churrasco, foi feita a leitura em Proverbios 3 e a Ir. Wildete fez a explanação da palavra e aplicou não somente à vida do aniversariante mas também aos seus familiares e amigos que estavam presentes.





A familia de Anderson agredeceu a presença de todos os 28 irmãos que estiveram ali: Os lideres da rede de jovem Esdras e Eva, Mogianne Leticia, Leane, Socorro, Débora, Tony, Yablo, Rean, Bruno e seu irmão, Bastos Neto, David Tavares, Wildete, Antonio de Jesus, Toinho, Camila, Gilson, Bob, Igor, Mauricio Reis, celula da Leane.

Que a unidade do corpo de Cristo seja constante em nossas vidas, não com palavras, mas com atitudes de amor.


DEUS PREPAROU O ENCONTRO E ABENÇOOU O CASAMENTO DE UIRAN E ELINALDA


















FUNERAIS - NOTA DE FALECIMENTO

FALECEU NESTA TERÇA-FEIRA DIA 13 DE SETEMBRO DESTE ANO, ÀS 16h NA CIDADE DE MARACACUMÉ O SR. WILSON DA SILVA SANTOS, FILHO DA IRMÃ RAIMUNDA LIMA, DESTA IGREJA.
NOS UNIMOS NO AMOR DE CRISTO PARA CONFORTAR A FAMILIA ENLUTADA, QUE SÃO NOSSOS IRMÃOS NA FÉ.
WILSON É FILHO DE IRMÃ RAIMUNDA, E DEIXA ESPOSA, FILHOS, IRMÃS ( WILDETE E FRANCINALDA), IRMÃOS (PR. JOSÉ CARLOS, RIBAMAR E FRANCIMAR), SOBRINHOS, CUNHADOS (IR. ANTONIO DE JESUS E IRMÃO CRUZ), PRIMOS, TIOS (PR. LIMA) E AMIGOS QUE FAZEM PARTE DESSE CORPO DE CRISTO.
QUE O ESPIRITO SANTO CONSOLE O CORAÇÃO DE TODOS E OS AJUDEM A SUPORTAR A DOR DA PERCA.

EM NOME DA IGREJA BATISTA DA PAZ, NOSSOS SENTIMENTOS À FAMILIA ENLUTADA.
AP. PAULO E PRA SILVIA

Com base nesse momento de dor, se faz necessário uma breve explicação sobre a morte com um embasamento bíblico.

A MORTE

O nascimento traz todos a um estágio de morte: “E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo” (Hebreus 9:27). Ninguém deveria zombar do julgamento até que ele pudesse zombar da morte. Ninguém, senão uma pessoa insensível, ridiculariza a morte física. O que aconteceu a Adão é verdade para todos os homens: “E foram todos os dias que Adão viveu novecentos e trinta anos; e morreu” (Gênesis 5:5). Ler a história dos descendentes de Adão pode não ser interessante, mas certamente estabelece um fato importante — todo ser vivente é apontado para morrer. O outro lado dessa moeda revela que a morte é a entrada tanto para a perfeição ou glória eterna como para a punição eterna.

HÁBITOS FÚNEBRES NA BíBLIA
A Bíblia, menciona os hábitos comuns do povo hebreu ao enterrar seus mortos e contém algumas regras sobre isso. A maioria dos povos bíblicos colocavam o cadáver na terra ou numa gruta. Não enterrar alguém ou permitir que o mesmo fosse comido pelos predadores era um insulto ao morto (Deuteronômio 28:26; I Reis 11:15). Se possível, os mortos deveriam ser enterrados no dia da morte (Deuteronômio 21:23). O cadáver era vestido com roupas fúnebres especiais e borrifado com vários perfumes (Marcos 15:46; João 11:44). A morte e os rituais fúnebres com freqüência causavam choro intenso. Esse luto não resultava só de tristeza, mas fazia parte do ritual (Mateus 11:17). No antigo Israel, havia grupos de carpideiras pagas que se lamentavam e faziam encenações dirigidas, como atrizes. Muitos dos cultos fúnebres se concentravam nesses profissionais da lamentação que cantavam salmos e faziam elaborados discursos sobre os mortos (II Crônicas 35:25; Jeremias 9:17-22). A ênfase sobre a lamentação vinha da apreciação do judeu pela vida e pela saúde, o que era considerado uma das maiores dádivas de Deus (Salmo 91:16) e também pelo respeito pelo corpo (16:9-11). Não há, no Velho Testamento, uma completa doutrina da imortalidade, mesmo embora partes dela sugiram que aqueles que morrem vivem no reino sombrio do Sheol e um dia ressuscitarão (Jó 14:13; Ezequiel 37).
A igreja cristã primitiva desenvolveu uma doutrina mais firme sobre a vida após a morte. Os filósofos gregos acreditavam que somente a alma era imortal, mas os escritores do Novo Testamento seguiram os profetas do Velho Testamento e pregaram que o corpo também seria ressuscitado. Essa crença é a base dos costumes fúnebres cristãos. Assim, a ênfase na lamentação - choro e encenação - davam ensejo ao cântico alegre de salmos. O corpo era lavado, ungido com perfume e especiarias, embrulhado em linho e circundado por velas, tudo representando a vida eterna. Amigos e parentes geralmente faziam uma vigília no lar do morto e eram lidas passagens das Escrituras que se referiam à ressurreição e à vida eterna. Quando possível, a Ceia do Senhor era realizada para simbolizar o sacrifício de Cristo. Na igreja ou cemitério , era feito um discurso fúnebre para elogiar o morto e confortar os vivos. Muitos desses costumes são ainda observados pelo cristãos hoje.

Fonte:Bíblia iLúmina
 

EVENTO DE MULHERES EM BARRA DO CORDA - MA.